quarta-feira, 31 de maio de 2017

Mykonos, Santorini e Atenas - Grécia

Saímos de São Paulo no dia 30/05/17, as 3:50 da manhã, em um voo com duração de 12 horas até Istambul, na Turquia, e mais um vôo de uma hora para Atenas, os dois pela empresa aérea Turkish, que já é a nossa queridinha, com boa comida e poltronas confortáveis. 
Ao chegar em Atenas pegamos um outro vôo pela empresa Aegean, com duração de 20 minutos, até Mykonos, a ilha grega mais badalada do momento.
Por ser uma ilha famosa, imaginei ter um grande e moderno aeroporto, mas ao contrário disso, era muito pequeno e simples. Ficamos ali por pouco tempo, já com as malas, decidimos pegar um táxi até o centro, onde ficamos hospedados. Estávamos viajando com um casal de amigos e tínhamos quatro malas, como o táxi que pegamos era super pequeno e a bagagem não iria caber, o motorista habilmente jogou uma mala em cima da outra, pegou uma corda e amarrou para que elas não caíssem, e assim, com o porta malas aberto, seguimos para o destino. (15 euros)
Todas as chegadas são assim, deliciosas, sorriso no rosto e uma vontade enorme de conhecer um novo pedacinho do mundo!

Deixamos a mala no hotel e partimos para desbravar o centro de Mykonos, como era apenas 6hs da manhã, a ilha estava deserta, todos as lojas e grande parte dos restaurantes só abrem próximos ao almoço. Um pouco mais tarde, a cidade se transforma em um lugar agitado, com muita música, turista se trombando pelas ruelas e milhares de bares, restaurantes e lojinhas.


No meio da tarde, muito cansados, voltamos ao hotel para descansar e só retornamos as ruas à noite, quando iniciamos a degustação das deliciosas comidas gregas. Os pratos em geral são muito baratos e bem servidos. Vão desde o famoso sanduíche grego de 3,5 euros a pratos sofisticados de 20 euros. Doces e sorvetes por todos os lados, bem como, pequenos mercadinhos, onde se pode, comprar frutas, bebidas e tudo mais que precise, por um preço bem acessível.


Há várias praias famosas em Mykonos, para visitá-las, da pra alugar um carro ou ir de ônibus, o transporte mais pratico e econômico da ilha, eles saem do centro turístico, em um ponto chamado Fábricas, a cada meia hora e custa apenas 1,80 euros.
Turma maravilhosa, muitas risadas e diversão!

Para começar fomos a Paraga e Paradise, onde há muitos bares, boa comida e linda praia, tudo maravilhoso. Mykonos é o paraíso gay, então prepare-se para ver muitos casais, inclusive nus, isso mesmo, com a maior naturalidade, aqui eles ficam a vontade, são 50% dos turistas da cidade, eu nunca tinha visto tantos em um só lugar. Por volta de 16hs, todas as tardes, começam os shows, nos bares de Paradise, com mulheres e homens, seminus, dançando e te instigando a entrar na festa, se estiver a fim, suba nas mesas, dance e divirta-se.

Nós ficamos no bar Tropicana, ali você pode desfrutar as deliciosas comidas e se divertir sem hora pra acabar.

 A noite voltamos para Chora, região central turística, onde estamos hospedamos, ali está a maior concentração de restaurante da cidade, uma delicia se perder entre as ruelas, charmosas e badaladas. Acredite, você irá se perder entre as pequenas ruas, elas são um verdadeiro labirinto, e você vai mesmo, querer se perder.



Sao muitas praias para conhecer, no dia seguinte partimos para Kapari e Ornos, e seguimos a pé, até Paradise. Tirando muitas fotos e curtindo a paisagem.


Fizemos todos os passeios de ônibus, uma maneira super pratica e rápida para conhecer as praias mais distantes. Para o almoço fomos a Ano Mera, capital de Mykonos, não caiam nessa bobagem, lá não tem absolutamente nada para ver, ainda acabamos pagando super caro por um almoço que não foi grande coisa, para voltar ficamos mais de meia hora no ponto, tentando pegar transporte, e por pura sorte passou um táxi, retornando de uma corrida. A noite voltamos para o centrinho curtir a badalação, boas bebidas e comidinhas!
Já perdemos completamente a noção do tempo, são seis horas a mais que o Brasil, nós dormimos por volta de três da manhã e acordamos próximo às onze horas, até porque, não há absolutamente ninguém na rua antes das 10hs, um deserto completo.
No próximo dia fomos a Kalafati, uma praia distante, com águas cristalinas e azuis, nos rendeu boas fotos. Nesta praia só existe um restaurante, mas é um bom lugar, para passar algumas horas descansando e curtindo a paisagem exuberante.

A noite, mas cervejinhas e comidas deliciosas por entre as ruelas do centro. Antes de vir a Mykonos, lemos muito, e as recomendações, eram para ficar pelo menos quatro dias, foi exatamente o que fizemos, mas acho que dois dias são suficientes, a ilha não é tão grande assim.
E então, terminamos nossa estadia em Mykonos, quatro dias incríveis, desfrutando de todas as delicias da ilha.
Partimos para Santorini, outra ilha grega, famosa no mundo todo pelas construções, todas brancas com as cúpulas azuis.


Fizemos a viagem de navio, uma embarcação super rápida e luxuosa, percorremos os 144 km entre Mykonos e Santorini, em apenas 2:40hs. Chegamos em Santorini as 18hs, uma visão impressionante das montanhas e mar azul, impossível não se apaixonar.



A ilha é muito grande, por isso, tivemos que alugar um carro. Ficamos hospedados em Pyrgos, uma pequena vila, onde estão os melhores e mais famosos restaurantes da ilha, ali aproveitamos para se deliciar com as comidas gregas. No mesmo dia, fomos conhecer Fira, local mais famoso de Santorini, um lugar esplêndido, com belas construções brancas, muitas lojinhas e restaurante. Divirta-se aqui.
Como estamos de carro, partimos no dia seguinte para percorrer as praias mais famosas, começando por Red Beach, a mais famosa da ilha, suas rochas e areia vermelha, fazem um contraste com o mar azul, criando uma paisagem de tirar o fôlego.



































No fim da tarde fomos para Oia, que fica no final da ilha, local privilegiado para observação do por do sol, que neste período se põe as 20:30. Todos os turistas de Santorini vão pra lá ao mesmo tempo, uma verdadeira loucura. Fomos bem cedo e conseguimos um local privilegiado, para assistir essa maravilha. Este e um daqueles momentos que lembramos o quanto Deus e maravilhoso em suas criações. Passeio imperdível!


A melhor companheira de viagem!


No outro dia passamos por Perissa e Perivolos, duas praias que formam 7km de areia preta e mar azul, um ótimo lugar pra entrar no mar e desfrutar de uma boa refeição. É comum pessoas fazendo topless.



Existe um ponto alto na ilha para observação, um lugar incrível, nós subimos de carro, mas muitos aventureiros sobem a pé, provavelmente levam o dia todo para fazer o trajeto, é uma subida incrível, em algum momento senti um friozinho na barriga, pela estrada super estreita e desfiladeiro apavorante. Vá e divirta-se!

No fim da tarde partimos para Fira, tirar as fotos clássicas da Grécia, com as milhares de construções brancas na montanha, ali passeamos entre as lojinhas e restaurantes, conhecendo e desfrutando este lugar tão agradável. Prepare suas pernas, pra todos os lados escadas e mais escadas.


Dia de partir, pegamos um voo rápido de 50minutos, entre Santorini e Atenas, com a empresa Volotea.

Atenas é a capital e maior cidade da Grécia, mas infelizmente não impressiona, é um lugar caótico, com muitas paredes pichadas e poluição, o que vale a pena na cidade são as construções históricas, e claro, a comida.
Ficamos apenas dois dias na cidade, por isso, ao chegar, seguimos para a principal atracão, a Acrópole mais famosa do mundo, que fica no alto de uma colina a 150 metros de altitude, construída por volta de 450 a. C., lugar para tirar a foto clássica da cidade.









Para finalizar este post, preciso citar a riquíssima gastronomia grega. Voltaria a Grecia  só para poder desfrutar de todas as delicias que conheci. Entre elas esta o famoso iogurte grego, que não tem nada a ver com o que compramos no mercado brasileiro, a Moussaka, uma deliciosa lasanha de berinjela, o Gyrus, tradicional sanduíche grego, servido com batatas fritas, o Souvlaki, espetinho grego acompanhado de pão pita, com molho e saladas, o Queijo Feta, feito do leite de ovelha e de cabra, com uma textura bem diferente, alem dos frutos do mar, peixes, azeites, cafés gelados, tomates azeitonas e carne de cordeiro.










domingo, 2 de outubro de 2016

Petra - JORDÂNIA + Jerusalém - ISRAEL

Toda católico sonha em conhecer Jerusalém, e eu me sinto imensamente privilegiada por fazer este passeio ainda tão jovem, sem duvida um momento marcante em nossas vidas. Meu esposo, como sempre, tenta transformar nossas viagens em passeios inesquecíveis, e ainda, conseguiu incluir no nosso roteiro, uma breve passagem por Petra, na Jordânia, historia que vou contar agora.
Viajamos mais uma vez com a Turkish, voando 12 horas ate Istambul, na Turquia, e mais 1:40h até Tel Aviv, a segunda maior cidade e capital de Israel. Chegamos as 3hs da manhã e pela primeira vez na vida, fomos barrados na alfândega, selecionados junto à cerca de vinte pessoas para uma inspeção mais rigorosa, com certeza um momento de tensão, ficamos aproximadamente uma hora isolados, aguardando um agente, que veio apenas nos dar boas vindas e orientar sobre o turismo na região, ufa nada preocupante. 
.  Já com o visto nas mãos, fomos para a locação de veículos, onde tivemos outra surpresa, em Israel as agencias limitam os km, com aluguel de dois dias só podíamos percorrer 250km, tivemos que pagar um dia extra para poder ter km livres. Já com o carro, fomos para o hotel descansar.
No outro dia acordamos um pouco mais tarde e fomos direto para o almoço, onde tivemos um delicioso banquete turco. A cidade de Tel Aviv é muito bonita, orla lotada, milhares de turistas percorrendo suas ruas, vários parques, bons hotéis e belas paisagens. O preço por aqui é um pouco assustador, se deseja conhecer Israel, prepare o bolso.


As 16hs fomos ao aeroporto para encontrar dois companheiros de viagem, que vieram em outro vôo, de lá partimos para Eilat, a última cidade de Israel, na fronteira com a Jordânia, foram 329km. Ali passamos a noite, para então, no dia seguinte, cruzar a fronteira e conhecer mais uma das Sete Maravilhas do Mundo, Petra.
Partimos as 7hs da manhã para a fronteira, ela fica a poucos minutos do centro. A travessia é bem simples, mas com certeza uma aventura. Deixamos o carro em um grande e bagunçado estacionamento e cruzamos a pé, passando pela alfândega de Israel, onde apresentamos os passaportes e pagamos uma taxa de R$100,00 por pessoa. Caminhamos alguns minutos por uma área de deserto e chegamos a alfândega da Jordânia, ali perdemos mais algum tempo preenchendo papéis e aguardando a liberação. Na própria alfândega, existe uma casa de câmbio, onde trocamos dinheiro para passar o dia. Depois de liberados, caminhamos mais uns 100 metros para encontrar um ponto de taxi, onde os clientes são extremamente explorados, já que essa é a única forma de chegar ate a próxima cidade, onde alugamos um carro.
Cruzando a fronteira


Pagando as taxas para cruzar a fronteira de Israel para Jordania




Até Petra são 150 km de puro deserto. Arriscamos fazer o percurso sem GPS, mas tivemos que parar algumas vezes para pedir informação, as placas são indecifráveis.
Ao chegar em Petra, compramos os Tickets (500,00 reais por pessoa) e seguimos para a entrada principal, onde fomos aconselhados por um guia a alugar uma charrete, eles cobram 100 reais pelo transporte de ida e volta, ate o ponto principal. O sol estava insuportável e o trajeto é feito meio a pedras, não aconselho ir a pé, seria insuportável. A charrete balança um pouco, mas vale a pena, passamos por lindos cânions, um verdadeiro cenário de filmes. Poucos minutos depois já estávamos em frente À camara do tesouro, principal obra do povo nabateu, que habitou o local no ano de 312 a. C. Estamos diante de milhares de casas cavadas nas pedras, uma obra incrível, um lugar único no mundo, que a partir deste momento, esta na minha lista entre os 10 lugares preferidos.



Depois de muitas fotos, percorremos um longo trecho para conhecer todo o mistério de Petra. Este passeio é desafiador, muita caminhada, regada a um calor terrível, mas valeu cada segundo que estivemos la. Mais um carimbo, mais uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. (Uhull só falta uma!)
Para voltar fizemos todo o trajeto de charrete, mais 159km de carro até a cidade de entrada na Jordânia, e mais uma vez de taxi até a fronteira, onde atravessamos a pé, passando por muita fiscalização e burocracia, pagando taxas, tanto do lado da Jordânia, quanto de Israel. Este com certeza é um passeio para turistas aventureiros e dispostos a gastar uma boa quantia em dinheiro. A questão é, vale a pena? Sim, vale muito, é mesmo magnífico. Dia longo, de 6hs da manhã as 23hs, de volta a Tel Aviv.

Gastos de dois dias para conhecer Petra em cinco pessoas.
01/10  Aluguel do carro 800,00 reais + Estacionamento de uma noite em Tel Aviv 154,00 
02/10 hotel Sea Land 377,00 + Almoço 404,00 + lanche no aeroporto 85,00 + 188,00 mercado
03/10 500,00 taxa na alfandega para sair de Israel para Jordânia/ 698,00 Hotel Sunset Inn  + 150,00 Taxi + 500,00 carro alugado na Jordânia + 4,00 água + 1500,00 alfândega de Israel saída para Petra + 72,00 chapéus para aguentar o sol insuportável + 300,00 carroça + 2358,00 entrada em Petra+ 110,00 combustível + 1000,00 pagos na alfândega da Jordânia para sair + 125,00 de taxa na alfândega + 70,00 reais no mercado + 153,00 mais um dia de aluguel de carro + combustível 53,00
Total 9.601,00

Jerusalém - Israel 
O trecho da Jordânia fizemos totalmente sozinhos, mas para o período que ficamos em Israel, contratamos um guia, que nos acompanhou durante toda a viagem. Essa medida foi muito importante para nossa segurança, já que Israel e um país de muitos contrastes e conflitos entre os judeus e palestinos.
Por toda cidade jovens militares e muitos civis andam armados, alem da segurança ser reforçada em hotéis, shopping e restaurantes, praticamente em todos estes locais há detectores de metais e forte segurança nas portas. Nosso passeio foi extremamente seguro, mas ao mesmo tempo assustador, pois não estamos acostumados com armas e cercas, que demarcam território, junto a fortes ameaças de morte, caso ultrapasse qualquer limite terrestre, já determinado pelos religiosos.
Na manha do dia 04 partimos de Tel Aviv em direção ao Mar da Galileia, passando por vários pontos turísticos. Ainda pela manha paramos no aqueduto de Cesaria, uma obra majestosa, com 20km de extensão, construído pelos romanos por volta de ano 12 e usado durante 400 anos.
 Seguimos passando por várias cidades e construções antigas, conhecendo um pouco da história, que foi relembrada por nosso guia. São momentos incríveis, afinal estamos passando pelo berço da historia da humanidade, todos os detalhes que conhecemos nos livros, diante de nossos olhos.
Chegamos no meio da tarde a Basílica da Anunciação, onde foi anunciada a gravidez de Maria.

Fim de noite em Tiberíades, cidade às margens do mar de Galiléia, onde passamos a noite, desfrutando as delicias locais.
No outro dia, seguindo nossa rota, saímos às 8hs passando pelo monte da Anunciação e Mar da Galiléia. Em Capharnaum conhecemos a casa de Pedro, onde Jesus viveu por três anos e fez a multiplicação de pães e peixes.
Mar da Galileia

Seguimos para Jerusalém, cidade encantadora, de grande significado para os cristãos. As construções são completamente diferentes do que vemos em outros países, são templos e locais muito simples, sem imagens, ouro, pinturas ou qualquer tipo de ostentação, onde podemos ter momentos de reflexão, percorrendo os caminhos de Jesus, o messias da fé cristã!
Logo na chegada a Jerusalem, nosso guia nos levou a Belém, onde Jesus nasceu, mas ele não pode atravessar a fronteira, pois Belém está sob domínio palestino, e nenhum judeu pode atravessar o muro que divide a área. Um palestino veio nos buscar e levar até a gruta do nascimento, mas antes disso nos levaram a uma loja, para que comprássemos algumas lembranças em troca do serviço prestado. Neste momento descobrimos o  que é viver perigosamente! Nós entramos por conta e risco próprio, não há nenhuma certeza de segurança.  Difícil acreditar que meio a tanta fé, há tanta violência e ao mesmo tempo, tanta segurança. E uma forma de viver completamente diferente da nossa realidade.
No próximo dia visitamos o local de peregrinação e morte Jesus, seguindo para o muro das lamentações. A noite fomos a um mercado no centro da cidade, local delicioso com muitos produtos típicos, bares e restaurante, vale a pena conhecer, até porque, não há muito o que fazer na cidade, além das rotas religiosas.
Local da Crucificação e morte de Jesus 

No próximo dia, após uma noite divertidíssima no centro da cidade, fomos ao museu de Israel, onde estão os famosos manuscritos que representam os textos bíblicos, e também uma maquete da cidade velha de Jerusalém, representando a realidade de 2000 mil anos atrás. Um passeio imperdível!

A tarde seguimos para um vista panorâmica, onde vimos toda a cidade de pontos privilegiados. Ao fim do dia, em torno de 4hs, de volta ao centro, todo o comércio, ônibus, trem e tudo mais começaram a fechar, pois os judeus guardam o período que o sol se pões na sexta-feira, até as 19hs do sábado.  As ruas ficam um deserto, para jantar tivemos que usar um taxi, o único meio de transporte que ainda funciona nesse período. Assim, seguimos ate a cidade velha, onde conseguimos jantar, já que o domínio dessa área é muçulmano.

No sábado, tivemos uma surpresa ao chegar para tomar nosso café da manha, como os judeus guardam este dia, nada pode ser preparado ou esquentado, então, serviram apenas alguns itens que foram preparados em dias anteriores. Dane-se o turista, aqui o que importa são os costumes.
É difícil para nós compreender alguns hábitos e todas as divisões que existem em Israel, muitas áreas hoje dominadas pelos israelitas, já foram da Cis-Jordânia e continuam ocupadas por eles, porém devem satisfação a Israel, normalmente essas áreas são cercadas por muros. Daí a importância do nosso guia, que sabe onde pode circular, e onde não pode, sequer passar perto.
No último dia fomos conhecer as ruínas da fortaleza de Masala, um lugar extraordinário, construído por Herodes, O Grande, poucos anos antes de Cristo. Masada é Patrimônio Mundial da UNESCO, com uma historia incrível, cheia de ação e tragedia. Passeio lindo,  no alto de um monte rochoso. super recomendo.


Para finalizar nossa viagem, fomos ao Mar Morto, assim denominado, pela ausência de vida nas suas águas. Este é um passeio clássico, que traz a fantástica experiencia de boiar, basta tirar os pés do chão, e vai sentir a água te empurrando pra cima, isso acontece devido a sua alta concentração de sal, que é dez vezes maior que a do oceano. Momento para tirar a clássica foto lendo um jornal. Imperdível, vá e viva esta experiencia.



Curiosidades

  • Durante o passeio, vimos nas estradas muitos beduínos, povos que desejam ser livres, vivem em tendas, mudando de tempo em tempo, pois acreditam que a vida tradicional é uma prisão. Suas casas são horríveis, como um grande assentamento de sem terras, porem com toda infra-estrutura, internet, televisão, geladeira e tudo mais.
  • Ha também muitas comunidades, chamadas kibutz, eles vivem no sistema socialista, por crer que um depende totalmente do outro. Alguem recolhe todo o dinheiro produzido e redistribui.
  • Tudo muito caro, prepare o bolso.
  • Durante nosso passeio, passamos por Jerico, uma das cidades mais antigas do mundo, com 9mil anos.
  •  Banheiros muito sujos.
  • Por todas as partes há coqueiros, mas aqui não há coco, são coqueiros que produzem tâmaras, há áreas que produzem para venda, mas nas ruas elas caem no chão, por todos os lados, para nós é totalmente atípico.
 Custo para de cinco dias para cinco pessoas.
04/10  667,09 hotel + 169,00 passeio próximo a Cesario + 410,00 almoço + 1333,00 hotel + 37,60 bebidas
05/10 34,18 entrada da van em dois pontos turísticos + 52,50 bebidas + 197,00
06/10 Hotel 3212,00 + Taxi 53,00 + 50,00
07/10 197,09 almoço + 17,00 bebidas + 86,00 + 255,00 jantar e bebidas
08/10 154,00 almoço + 129,00  jantar 92,30 cerveja e mel + 306,00 almoço + 65,00 água sorvete + 320,00 entrada a mesada +
Guia para todos os dias 10.500,00